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Sobrevivi ao caos e ainda sei rir

Sei que já não aparecia por aqui há algum tempo. Não foi falta de vontade, foi excesso de vida. 2025 decidiu ocupar-me a agenda inteira — sem avisar e sem hipótese de reagendar.

Foi um ano estranho. Não estranho no sentido “dramático”, mas naquele subtil e persistente “o que é que acabou de acontecer?”.O tempo ora se arrastava como uma segunda-feira chuvosa, ora passava a correr como se estivesse atrasado para algum sítio importante — e eu, inevitavelmente, a tentar acompanhá-lo.

Houve emoções para todos os gostos. Algumas boas, outras nem tanto, e algumas que só fazem sentido depois… ou nunca.

Foi um ano que misturou tudo:

  • carinho num sorriso inesperado,

  • amor em estado puro,

  • e a experiência agridoce de ver partir alguém muito querido — não com tristeza pesada, mas com a certeza serena de que amar também é saber guardar bem as pessoas dentro de nós.

2025 não me quebrou. Também não me fez super heroína. Fez-me humana. E isso, convenhamos, já dá bastante trabalho.

Houve amor pelo próximo, houve gratidão por aqui estar — coisa que só parece óbvia até deixar de o ser. Houve mudanças, ajustes, adaptações e momentos de paz inesperada, daquela que aparece quando deixamos de lutar contra tudo ao mesmo tempo.

No papel, 2025 teve 12 meses e 365 dias. Na prática, pareceu um estágio intensivo em “vida real”: sem manual, sem botão de pausa e com avaliação contínua. Ainda assim, sobrevivi. E com algum humor intacto — o que, convenhamos, é sempre uma vitória.

E agora estamos em 2026. Entrou de mansinho, sem prometer mundos e fundos, o que me parece bastante sensato.

Eu também não prometo nada: nem ser melhor pessoa, nem acordar todos os dias motivada, nem ter respostas para tudo.

Prometo apenas isto:

  • continuar a viver, a sentir e a rir quando dá,

  • escrever quando faz sentido,

  • e não levar a vida demasiado a sério — porque ela, claramente, não me leva.

Voltei. Não porque tudo esteja resolvido, mas porque rir no meio do caminho continua a ser uma excelente estratégia.


Assinatura Dor com Humor

Aqui não se vendem fórmulas mágicas nem se ensina a ser invencível.

Contam-se histórias.

Histórias com tropeços, com dor e com gargalhadas que aparecem quando menos se espera.

Porque no Dor com Humor, a vida pode até doer…mas rir continua a ser uma escolha inteligente.

Se este texto te tocou, deixa um coração partilha com quem precisa de ler isto hoje e volta sempre — aqui, rimos juntos.

A vida pode até doer, mas rir continua a ser uma escolha inteligente
A vida pode até doer, mas rir continua a ser uma escolha inteligente

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